
Quem gosta de palavras sabe que são as mais simples que mexem com a gente.
Alguns mestres da vida têm o dom de jogar com as palavras e nos fazem mover do lugar...
E se acompanhado de uma melodia tem o costume de nos arrastar!
A primeira vez que eu ouvi esta música, ela mexeu comigo!
Gosto de músicas assim... Que desestabilizam nosso sossego.
Acho que sossego assemelha-se com preguiça, com malandragem, com comodismo, com Prefeitos...
Bom, enfim... Eu quero mesmo é Paz! Da paz serena à paz inquieta, da paz inquieta à paz serena! A Paz que vem do sopro do Mestre.
E assim continuo caminhando a exemplo de pessoas que vão pelo mesmo caminho e que no silêncio de seu testemunho nos confirmam que vale a pena persistir. Assim é a autora desse poema que, com sua fala mansa e aguerrida, dá a entender que a batalha por justiça e liberdade exige um bocado de ternura que o mundo não tem. Eis aí uma das tantas lições de vida que a religiosa e psicóloga amazonense Maria Emília Guerra Ferreira nos apresenta.
Uma pena não conseguir o áudio dessa canção. Contudo, quem gosta de palavras sabe que são as mais simples que mexem com a gente..
procurando a liberdade, também vou.
Procurando a liberdade, que é vida.
Procurando a liberdade de viver!
Caminhando eu vou, procurando eu vou...
Caminhando levo apenas a esperança,
de algum dia a liberdade encontrar.
É a esperança que dá força ao caminheiro
de ir seguindo pela vida a procurar!
Caminhando eu vou, procurando eu vou, na esperança eu vou...
A liberdade é só certeza na esperança,
a encontra quem na vida se arriscar.
E no risco eu posso ser crucificado,
mas cantando liberdade vou morrer!
Caminhando eu vou, procurando eu vou,
Na esperança eu vou, arriscando eu vou...
Ir. Maria Emília Guerra Ferreira
Membro da Congregação das Cônegas de Santo Agostinho
Membro da Congregação das Cônegas de Santo Agostinho

